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quarta-feira, 10 de março de 2010

Casa amarela.

Uma casa vazia no nada, lugares estranhos, sem gente, ninguém, carros abandonados, árvores balançam, nuvens escuras cobre o céu. As teias de aranha ultrapassam as placas, no ar e no chão. Enquanto os cães e lobos de rua latindo, urrando brabos com algo invisível. Talvez não tão invisível. Num lugar mais escuro, uma casa amarela, número dezoito, um barulho estranho ouve-se no quintal, e o céu escurece, barulhos de chuva começam a aparecer, um menino perdido mostra-se presente no abandono do local, e o que então parecia perdido, uma gota de presença alastra-se ali. Ruídos continuam, o menino abandonado entra na residência, o barulho final foi da porta se fechando: POW.

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